A Diretoria Investe Este Ano 18 Milhões Em Infra-Estruturas Educativas Da Província

A Diretoria Investe Este Ano 18 Milhões Em Infra-Estruturas Educativas Da Província
A Diretoria Investe Este Ano 18 Milhões Em Infra-Estruturas Educativas Da Província

A Diretoria vai investir esse ano dezoito milhões em infra-estruturas educativas da província de Granada pra transportar a cabo quarenta e quatro acções entre a construção de recentes unidades, ampliações e reformas das neste momento existentes. Uma vez completado o recurso de construção dessas algumas infra-estruturas programadas, o investimento total conseguirá os trinta e seis milhões de euros.

É como se esses fossem o alfabeto, e a epigenética, a gramática e ortografia, que orquestra a língua. Esteller percebeu a gravidade desses interruptores desde o começo e dedicou-se a investigar neste domínio, que hoje se sabe que é a chave pra compreender tudo o que a genética não consegue explicar. No instante, existem 5 medicamentos epigenéticas no mercado, alguns dirigidos a tumores que até agora tinham um presságio nefasto, como certos tipos de leucemia e linfoma.

O que exercem estes remédios é agir a respeito da desprogramação do DNA e tentar recuperar uma regulação normal dos genes. Pra isso, dirigem-se contra as proteínas que causam estas transformações epigenéticas. “Sem sombra de dúvida, essas drogas mudaram a história da doença -oferece Esteller-. Em consequência a eles, os pacientes imediatamente têm uma sobrevivência de vários e diversos anos”. Estão em fase de desenvolvimento de outras moléculas que se espera que sejam fármacos úteis para sarcomas e neuroblastomas, dois dos tumores pediátricos mais frequentes. “A Cada ano precisamos 2% a mais de pacientes sejam curadas, o que implica que, numa década, temos 20% a mais de casos de sucesso”, adiciona Esteller.

Pode conversar de vírus para tratar o câncer possa parecer, quanto menos, a ficção científica, mas o correto é que é uma estratégia promissora: entre 10% e 20% de pacientes terminais reagem a ela. Em Barcelona, no Institut Català d’Oncologia (ICO), Ramon Alemany, trabalha há anos no projeto de vírus capazes de esgueirar-se em tumores e destruí-los.

a Clínica Universidade de Navarra, em colaboração com o MD Anderson, foi iniciado assim como um ensaio com este vírus. “Há 10 pacientes tratados e, mesmo que devemos ser muito cautelosos, temos obtido boas respostas em alguns deles.

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Atrás dos mecanismos utilizados pelos tumores para proliferar e colonizar numerosos tecidos e órgãos, localizam-se processos próprios da formação do embrião. Para que se forme um rapaz, de uma célula fecundada necessitam ser 12 trilhões de células. Isso os obriga a dividir-se em grande velocidade, e além do mais, têm uma extenso competência de se transformar em qualquer tipo de célula (para formar os diferentes tecidos).

Pois bem, foi por causa de quando um adulto continuar umas proteínas, chamadas CPEB, envolvidas nessa divisão celular do embrião, são construídos tumores. “Nós vimos que estas proteínas despertam a um padrão de embriões, o que fomenta o tumor poderá desenvolver de modo descontrolada.

Se os retirarmos, o tumor perde a técnica de proliferar e de desdiferenciarse”, explica Mendes. “O estímulo que temos na frente vai ter drogas que inhiban destas proteínas para poder usá-los pela clínica, em pacientes”, adiciona. A abordagem de Méndez, a priori, deveria ter muitas vantagens. Para começar, como estas proteínas não são expressos em órgãos adultos saudáveis, esses fármacos devem ter poucos efeitos nocivos.

Além disso, é um tratamento ultraselectivo e seria uma boa possibilidade pra tumores que têm gerado imediatamente resistência. Essas células cancerígenas que se desprendem do tumor viajam pelo sangue e se dirigem a outros tecidos. A maioria morrem, no entanto novas são capazes de suportar-se, ocultar-se e resistir meses e até mesmo décadas. E podem acordar e gerar novos tumores, o que chamamos de metástase.

“Se entendemos o que ocorre, poderemos jogar drogas que deixem isoladas, estas células e as fuercen a morrer. A ideia, até o momento, é futurista, todavia para mim é um conceito robusto o bastante pra que tenha deixado todo o trabalho que faço e imagine em me empregar a isto o resto da minha carreira”, sinaliza Massagué.