Você Me Leva Com Ela?

Você Me Leva Com Ela?
Você Me Leva Com Ela?

Ela tentava gritar que não queria; ele se percataba de que aquela mulher lhe era tão estranha como um cadáver sem mortalha. Num instante, os olhos a respeito de os olhos, as bocas sobre isso as palavras, dirão, “se eu quiser”. Ao sair tudo vai desmoronar próximo a eles. Ficam bem presos de entulho na igreja, asfixiados pela noite improvisada, imóveis entre colunas yacentes.

Alguém falaria, assim sendo, diante de seus escombros de Romeos e Julietas, de poemas e histórias em quadrinhos. Eles, encolhidos e secos, azuis e chato, à espera de um fim para a eterna casamento. Ao sair de casa, decidiu dar no pé. E tudo começaria de novo. O casamento estava preparada com estima.

Mas ninguém contava com um velho namorado indignado. Este se apresentou, no banquete de surpresa e deixou a respeito da mesa o fantástico presente pra noiva. O corpo humano de teu recente marido cortado com a faca do bolo nupcial. Já não era a tua ex-namorada.

Seu robusto braço tinha se tornado viúva. Uma viúva jovem e elegante. Era uma noite de inverno. Uma destas em que o lugubre reflexo da lua e o gélido gelado se congelam a alma. Tinha deixado a minha can “Larry” pro que era seu numa árvore que era de seu agrado.

como se todo o meu universo não fosse real? você teria sido tudo uma invenção da minha mente subconsciente? Meu casamento, semanas antes, havia mudado a minha clareza do mundo. Tudo o que sabia, meus planos, minha forma de vida, que deveria reinventarlo. O cheiro a mijo e o organismo sujo vem do quarto do fundo.

Nem chuveiro foi excluído da minha pele o cheiro que bem como permeia a minha roupa, roupa de cama em que durmo. A comida cheira a ela. Tento me concentrar no pc. Segue presenteese espectro vivo que se senta na frente de um televisor mudo.

O desceu pra adquirir vinho. O corpo humano apodrece, entretanto sua mente está extorquindo. Se o vinho não chega, ameaçar com pulando na janela. Uma explosão perniciosas nublar minha mente. Não irei para o quarto, não tenho por que preencher-me dela. Ouço-a pela fechadura. Em um inútil gesto de rebeldia, a iniciativa contra a mesa de mármore minha foto de casamento.

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Esperava ansiosamente no altar. Tinha as mãos suadas, o rosto contorceu e o estômago feito um legítimo nó. Ela apareceu de repente, o pórtico de entrada, e se dispôs a percorrer o comprido e sinuoso caminho que leva ao casamento. Se aproximava cada vez mais e sua chegada era iminente. Foi, deste modo, quando vieram a minha mente, lembranças de brincadeiras com amigos e tantas noites mágicas que não se reprisar a todo o momento. De repente, acordei apavorado no meio da noite.

Tudo tinha sido um terrível pesadelo, ou ao menos acreditava. Querida, só é sonho. Eu sou sua mulher, ao meu lado a toda a hora estará a salvo. Você sabia que o dia era estraño, se sabia que o dia estava marcado, que o dia estava morrendo, que o dia comia a noite.

Ninguém o fizera. Ninguém fizera o dia. Só cheirava a noite, se cheirava. Todos olhavam. Olhavam pra noite, o dia, o fogo. Olhavam. Que se passava, por que cheirava, eu sabia, estava investigando pra eles. O dia começava e o casamento se aproximava, mas ninguém acorda, se sentindo o estraño, olhava o marcado, se sabia a morte.