Robokoneko, Um “cibergato” Com Quarenta Milhões De “neurônios”

Robokoneko, Um “cibergato” Com Quarenta Milhões De “neurônios”
Robokoneko, Um “cibergato” Com Quarenta Milhões De “neurônios”

Do cruzamento entre Robocop e um gato, que nasce Robokoneko, o engenho dotado de cérebro artificial mais potente do mundo: Quarenta milhões de neurônios dispostas a funcionar a pleno desempenho este ano. O Robokoneko, que foi gestado em seis anos, entre Japão e Estados unidos, é o filho putativo de um cientista australiano, Hugo de Garis, que está decidido a forçar os limites da inteligência artificial.

Até à data, o mais inteligente dos pcs não chega sequer a um milhão de neurônios artificiais. De alguma forma, a construção do Robokoneko é um salto de felino pra máquina utópica, mais inteligente que a espécie humana. Gary Fehr, um dos diretores científicos do experimento. Fehr trabalha pra corporação Genobyte em Boulder, Colorado.

Ali está localizada a incubadora do Robokitten -denominação inglesa do invento, que vem a ser algo do mesmo modo um gatinho robot-, pela paternidade compartilhada com os laboratórios Advanced Telecommunications Research, em Kyoto, Japão. Fher. “Porque, por mais robusto que seja o cérebro artificial, ainda estamos muito afastado de imitar os milhares de milhões de conexões neurais do cérebro humano”, responde.

Mas Robokoneko não pretende ser exatamente uma réplica mecânica de um felino. Robokoneko, ao final e ao cabo, não será mais do que o protótipo para outro robô bem mais ambicioso, dotado de mais de 1.000 milhões de neurônios artificiais e capaz de exceder funcionalmente ao teu próprio criador, o homem. Hugo de Garis sonha poder ser construído no ano de 2001, sempre e no momento em que teu Robocop gato ultrapasse o exame de inteligência artificial, em meados desse ano.

  1. Processamento natural da linguagem
  2. Um paradigma de recurso em maneira de momento
  3. Fobia-fobo: Inimizade, terror. Claustrofobia: temor de lugares fechados
  4. 1972: C. A. R. Hoare e Per Brinch Hansen desenvolvem o conceito de região crítica
  5. Torminox (construção)

Garis, como tantos outros cientistas, que acha que o século XXI será um marco na História da Humanidade: a construção da primeira máquina mais inteligente que o homem. Dezenas de cientistas em Kyoto e, em Boulder têm a mesma convicção que os Garis e em que estão, a ausência de só um par de meses pra terminar de desenvolver o prodigioso malha cibernético que regerá os destinos de Robokoneko.

A partir de um direito ponto, os programadores humanos não serão imprescindíveis; a máquina poderá reprogramarse e, de direito modo, elaborar-se a si mesma, seguindo uma técnica que, de acordo com Garis, guarda bastante semelhança com a melhoria biológica. A parte mais complexa será precisamente a adaptação desse fornecedor de inteligência artificial, a um engenho mecânico. Os cientistas confiam em ter pronto o software no início de abril e fazer dezenas de simulações por micro computador antes de implantar o cérebro em teu receptor (por ventura, em meados do ano). O Robokoneko, até neste instante um segredo entre os magos da informática, saltou ontem à fama nas páginas do Washington Post, o primeiro a tocar a cor e a 4 patas. A novidade foi levantado neste momento os primeiros resquemores na classe científica.