Lei Do Levirato

Lei Do Levirato
Lei Do Levirato

A lei do levirato ou simplesmente o levirato é um tipo de casamento, no qual uma mulher viúva que não teve filhos, deve casar-se (necessariamente) com um dos irmãos de teu morto marido. Para continuar a linhagem e a linhagem familiar, o nome do primeiro homem essa nova união tem de ser o mesmo que o similar ao morto, e herda seus bens. O casamento por levirato foi produzido em sociedades com potente suporte de clãs em que foi proibido o casamento exogámico, é dizer, fora do clã.

Vem sendo tradicionalmente tradicional dos povos panyabíes, jats, israelitas, hunos (chineses xiongnu, hsiong-nu, etc.), mongóis e tibetanos. O termo deriva do latim lēvir, lēvĭri: (casos nominativo e genitivo) cunhado, o cunhado (irmão do marido, implícito em vĭri: do homem). Há uma provisão, denominada halizah, na qual uma ou ambas as partes podem escolher não cumprir esta lei. De acordo com novas críticas, na Lei judaica, o yibbum é contraproducente.

Um modelo de casamento bíblico por levirato é Onã, filho de Judá-, que foi amaldiçoado até a morte já que, durante o ato sexual com Tamar, a toda a hora evitou a geração. O casamento de Rute é idêntico, entretanto não tem que ser considerado um casamento por levirato.

Se moradia com um parente próximo que de parecido modo está disposto a levantar a prole para o nome do marido falecido, mas ele não é irmão do morto. Entre os nômades da Ásia central a todo o momento foram frequentes os casamentos por levirato. Na sua obra-prima, Shǐjì, o historiador chinês Sima Qian (145-87 a. O livro presta testemunho de que, depois da morte de um homem, um de seus parentes, geralmente um irmão, seja superior ou menor, se casa com a viúva. O hábito do levirato sobreviveu pela comunidade, para os lados do nordeste do Cáucaso até o século VII.

O historiador arménio Movses Kalankatuatsi expõe que os savirs, uma das tribos hunas do ambiente, eram habitualmente monógamos, todavia em outras ocasiões, ao morrer um irmão de um homem casado, ele poderia tomar como esposa a viúva. Kalankatuatsi descreve a modalidade do casamento por levirato acostumado pelos hunos. Como a mulher gozava de um status elevado, a viúva podia escolher reverter a casar-se ou não.

Era possível que seu novo marido fora irmão ou o filho de outra mulher) de teu primeiro marido. Assim, era possível acabar casando-se com um irmão ou com um enteado. Não importa a diferença de idade. Este costume foi revivido em épocas de especial penúria econômica, como no decorrer da Segunda Guerra Mundial, em cujo decorrer houve um renascimento do levirato pela Ásia central. Nestas ocorrências, os filhos adultos e os irmãos do morto se consideravam responsáveis por seus parentes.

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Um deles se casou com a viúva e apadrinhar seus filhos. Em muitos povos da África central e do sul, foi feita também esse tipo de costumes. Até correto ponto é ainda vigente. Ao aumentar a consciência dos direitos das mulheres em países como África do sul, foi praticamente abandonado a atribuição de uma mulher viúva, ao casar-se com um parente de seu marido.

O casamento de uma viúva com o irmão de teu morto marido, é o gatilho do pretexto de Hamlet, obra de William Shakespeare. ↑ Gmyrya L. Hun Country At The Caspian Gate, Dagestan, Makhachkala 1995, p. 212 (sem ISBN, acessível com o título russo Strana Gunnov ou Kaspiyskix vorot. ↑ Khazanov А. M. Social history of Mesopotamians. ↑ Rivero Araújo, Manuel. Parentesco pela Espanha: casamento entre primos cruzados, extensões, levirato e ou um filho.

E não é o que eu digo, aí estão os seus artigos, E eu a toda a hora ao teu lado. E eu, com as lágrimas nos olhos ao olhar a existência de uma pessoa tão maravilhosa plasmada em duas folhas de forma tão terna e tão real, eu não pude responder.