Lamarque, Liberdade (1986). Libertad Lamarque

Lamarque, Liberdade (1986). Libertad Lamarque
Lamarque, Liberdade (1986). Libertad Lamarque

Cidade do México, doze de dezembro de 2000) foi uma atriz e cantora argentina que viveu amplo divisão de tua vida no México. O início da atuação ocorreram na idade de 7 anos em obras ligadas à militância anarquista de teu pai.

Qualificada como “a rainha do tango”, no ano seguinte, foi eleita a “Miss Rádio” na votação popular da revista Sintonia. No decorrer dos anos de 1960, protagonizou um video em Portugal, Assim era minha mãe, e foi um espetáculo teatral na Argentina, Hello Dolly! Tuas variadas apresentações, em grande quota do continente americano lhe valeram o codinome de “a noiva da América”. Seu pai, Gaudencio Lamarque (1874-1947), era uruguaio descendente de franceses e assentou-se em Rosário, Santa Fé.

Com trinta e dois anos de idade, casou-se com Josefa “Pepa” Bouza (1863-1932), uma viúva de origem da corunha que contava com 7 filhos a teu cargo —Eduvigis, Gonzalo, Elena, Josefa, Amelia, Pedro e Aurora—. Ambos tiveram três filhos, 2 dos quais faleceram pequenos.

A terceira deles, Autonomia, nasceu em Rosário, 24 de novembro de 1908, na estrada Autonomia 1959 —atualmente renomeada Julio A. Roca— o. Amamantada por tua irmã mais velha Eduvigis, cresceu muito perto da severa disciplina de tua avó paterna. Seu pai era um militante sindical anarquista e atuava como latoeiro e artesão de flores de papel, trabalho que realizava pra sustentar economicamente a família numerosa.

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Ao longo de sua infância, a família de Independência atravessou várias problemas económicas e não conseguiu avigorar-se pela classe média. Realizou seus estudos primários pela Escola Bernardino Rivadavia e, posteriormente, no Colégio Arcelia Magro de Arias.

Desde pequena, sentiu-se atraída na atuação e com a idade de 7 anos, realizou suas primeiras apresentações em funções em favor pros presos regionais. Foi desta forma que interpretou pequenos papéis em obras como As serpentes, de Rodolfo González Pacheco, Os mortos, de Florencio Sánchez, e Mãe Terra, de Alexandre Berruti.

Liberdade continuou apresentando-se nos carnavais locais e desfiles efetuados em praças públicas. Em 1920, ele se uniu a um grupo de performance chamado “Os livres”, com o qual participava em festivais do âmbito sindical no que se desenvolvía seu pai. “Eu sentei com um anão negócio de livraria pela rodovia Alvear e ali se formou poucos dias depois de minha chegada, um agrupamento cultural que a componíamos incontáveis colegas. Havia Luis Difilipo, João Lazarte, que deste modo eram jovens estudantes, Pedro Lamarque e o velho Lamarque como o llamábamos, isto é, o pai e o irmão de Libertad Lamarque e João Ferrer.